Encontrará aqui uma série de utilidades, truques e dicas .

 

1-TIPOS DE CANAS

2- QUE PEIXES PESCAR COM ESTAS CANAS

3-QUE ISCO USAR NESTAS CANAS

4- COMO MONTAR A SUA CANA?

5- TIPOS DE MONTAGENS

6- TRUQUES PARA AS SUAS MONTAGENS

7-ENGODAR E SONDAR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1- TIPOS DE CANAS

- SEM CARRETO

Canas telescópicas

     Elas dividem-se numa grande escala de comprimentos (1.5m a 11 m). Um principiante escolherá em fibra de vidro pela sua resistência dentro de comprimentos pequenos enquanto que um pescador mais exigente prefere em carbono por ser mais rígido e mais leve.

    O comprimento de fio a utilizar é igual ao comprimento da cana. Utilizar diâmetros de fio entre 8 a 16/100.

Canas “vitesse”

    São nada mais que canas telescópicas curtas (menos de 3 metros) destinadas a pesca de pequenos peixes. O comprimento de fio a utilizar é igual ao comprimento da cana. Utilizar diâmetros de fio entre 8 a 10/100

Canas de encaixe:

    Os elementos que as constituem encaixam uma nas outras, sendo o topo do elemento encaixado no final do elemento anterior. Várias vantagens surgem: pesca a várias distancias e a mais importante a de pescar com uma quantidade de fio mais limitada que trará precisão e rapidez no momento de ferragem dos peixes. Muito utilizada para pescadores em competição. O comprimento de fio a utilizar é igual ao comprimento da fundura da zona onde se esta a pescar. Utilizar diâmetros de fio entre 6 a 16/100.

Cana de encaixe com elástico interno:

 

Acção do elástico durante a pesca:

-COM CARRETO

Cana inglesa  

    Elas permitem-nos lançar bóias a inglesa (wagglers) para longe da berma graças ao seu grande numero de passadores que deixarão o fio correr livremente pela cana (12 a 17/100) mesmo em tempo de chuva. A acção indicada na cana ajuda-nos na compra da do peso máximo de bóia.

Cana bolonhesa

    Estas longas canas de passadores (4-10 m) permitem-nos de controlar melhor a acção da bóia longe da berma, sobretudo em rios e ribeiras. É uma técnica bastante antiga recuperada pelos italianos. Utilizar fios (não de correr como na inglesa) de 10 a 20/100.

Cana de fundo/ feeder

    É uma pesca de fundo sem bóia onde a ponteira da cana treme e indica o toque. Utilizar canas de fundo com uma acção inferior para pesca leve (em lagos por exemplo, utilizar pequenos pesos: 5 a 10g). Para pesca a mais distancia da margem utilize canas de acção maior ( com molas cheias de engodo ou isco). Quando utilizar uma mola ou um feeder tenha em atenção ao peso que mete pois em caso algum poderá ultrapassar a acção da cana. Os fios utilizados neste tipo de pesca variam de 16 a 30/100 e para os especialistas desta técnica fios entrançados.

 

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2- QUE PEIXES PESCAR COM ESTAS CANAS

 

ABLETTE: Peixe de pequenas dimensões e muito activo ,bom para pesca de berma com grande ritmo e com engodagem constante

CHEVESNE:???

ROTENGLE:???

GARDON: Peixe da família dos ciprinídeos muito apreciado em pesca de competição em França nao existente em Portugal

BREMA:???

TENCA: Peixe da família dos cíprinideos encontrando-se mais em zonas de aguas calmas e ao sul de Portugal

BARBO: Peixe de rio com grande força e muito apreciado para a pesca de competição

GOBIO: Peixe de pequenas dimensões que habitam junto ao fundo da agua

CARPA: Peixe vulgarmente encontrado em barragens, peixe de fundo

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3-QUE ISCO USAR NESTAS CANAS

ASTICOT: Pequena larva mais conhecida por carneiro da varejeira

GOZZERS: asticot em forma de crisálida , forma antes da mosca

PINKIES: Larva igual à do asticot mas muito mais pequena

VER DE VASE: Larva do mosquito do sangue utilizado para todo o tipo de peixe a pescar

PÃO: normalmente de trigo por ter funções mais elásticas e mais consistente

ISCOS SINTÉTICOS: Proibidos na pesca de competição mas muito bons para a peca de lazer quando o natural não dá resultado

FIFISES: Pequena larva

MILHO: isco natural utilizado para a pesca de ciprinideos

ERVILHACA: isco natural utilizado para vários tipos de pesca e vários tipos de peixes

MINHOCA: isco mais antigo e mais utilizado pelos pescadores sendo o rei dos iscos e muito eficaz em todo o tipo de pesca

 

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4- COMO MONTAR A SUA CANA?

Ensinaremos a seguir o melhor método para montar o elástico em canas telescópicas ou de encaixe

CANA TELESCÓPICA

 

PONTEIRA DA CANA

 CONE DE TRÁS

CONECTOR

INSTRUÇÕES: corte a ponteira da cana consoante o tipo de elástico que vai utilizar, depois disso cole o teflon da ponteira com uma boa cola mas que fique bem apertado e sem folgas , depois de estar tudo bem fixo prepara-se o cone do topo da cana ( parte de trás ) este cone terá de ficar ao mesmo nível do elemento da cana (canas telescópicas).Nas canas de encaixe terá de ficar um pouco mais para dentro de modo a que o elemento que se segue se possa encaixar na perfeição sem que este bata no cone. A seguir insere-se o elástico com a ajuda de um passa elásticos apropriado para o mesmo, na ponta da cana , já com o elástico no sítio, ata-se o conector do elástico que vai prender à baixada que se utilizar . No outro extremo ata-se ao cone de maneira a que quando se puxar pelo conector do elástico ele volte a mesma posição e sem fazer muita força se não o elástico não está a fazer a função de embraiagem.

DICA: utilize um lubrificante de elásticos para que o mesmo deslize melhor .Esse lubrificante coloca-se com o elástico todo esticado e sem o largar vão-se colocando umas gotas de lubrificante , depois de se ter feito esta operação volte a esticar o elástico ao máximo e com ele esticado coloque a ponteira da cana dentro de água e vá o largando. Assim teremos uma boa lubrificação do elástico.

P.S.: Não se esqueça substitua os elásticos todas as épocas para não ter nenhum susto.  

CANA DE ENCAIXE

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5- TIPOS DE MONTAGENS

 

0.40g à 3g

 

 

ç Ø 10

 

ç n° 6 à 10

ç20 cm

 

çn° 9 à 11

ç 30 cm

 ç n° 10 à 12

 ç Ø 7 à 8

 ç 25 cm

 ç n° 18 à 20

 

 
1g à 20g
 
 
 
çØ 12 à 18
 
 
 
 
 
ç chumbos
  do maior ao
  menor
 
 
 
ç30 cm
 
 
 
ç n° 6 à 10
 
 
 
çØ 10 à 13
 
 
 
 
çn° 14-18
 
 
1g à 4g
 
 
 
 
 
çØ 14
 
 
 
çOlivetti
travado
 

 

ç15 cm
 
 
çn° 6 à 8
 
ç25 cm
 
 
çn° 6 à 8
 
 
çØ 8 à 10
 
ç30 cm
 
 
 
çn° 16-18
 
 
0.20g à 2g
çØ 14 ou 16
ç Olivette
travado
ç20 cm
ç n° 6 à 10
ç25 cm
çØ 10 à 13
çn° 14 à 18

 

 

 

 

 

Mais tarde mostraremos montagens à inglesa e bolonhesa.

 

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6- TRUQUES PARA AS SUAS MONTAGENS

 

Como vimos nas montagens a distancia dos chumbos varia de montagem para montagem. Tudo depende do engenho e da arte do pescador e do tipo de descida que se pretenda. Na tabela seguinte podemos ver em regra geral qual a distancia que se deve deixar entre o anzol e o 1º chumbo - vulgarmente designado por chumbo de toque.

DISTANCIA ACONSELHADA DO CHUMBO DE TOQUE AO ANZOL

 

PEIXE PEQUENO

PEIXE MÉDIO

PEIXE GRANDE

ENGODAGEM FORTE

 

15 a 18 cm

18 a 22 cm

RAPPEL

10 A 22 cm

18 a 22 cm

20 a 25 cm

SEMENTES

 

20 a 30 cm

22 a 30 cm

Seguidamente iremos ver qual o numero aconselhado para o chumbo de toque.

TAMANHO DO CHUMBO DE TOQUE
PESO DA BOÌA
ISCO 0,10g 0,30g 0,5g 1g 1,5g 2g 3g 4g 6g 10g
LEVE (ver de vase, asticot) Nº13 Nº12 Nº11 Nº10 Nº9 Nº8 Nº6 Nº4 Nº2 Nº1
MÉDIO (caster, chenevis, massa) Nº12 Nº11 Nº10 Nº9 Nº8 Nº6 Nº5 Nº4 Nº2 Nº1
PESADO (milho, trigo, etc) Nº10 Nº9 Nº8 Nº7 Nº6 Nº5 Nº4 Nº3 Nº2 Nº1

 

os conselhos e dicas aqui divulgados são as formas que a nossa equipa pesca e treina ao longo de todo o ano ,qualquer uma destas dicas são para nós muito importantes e não estamos aqui a ensinar nada só estamos a divulgar , porque cada um na pesca é como cada qual , portanto não se deve criticar sem se saber o que cada um faz.

 

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7-ENGODAR E SONDAR

 

-Há diferentes tipos de engodagem sejam eles com a mão ou com o auxilio de uma fisga.

Toda a engodagem deve ser feita com precisão devendo haver um treino ou prática para o mesmo

Na pesca de competição existem vários tipos de engodo , em farinha , sementes ou iscos  tendo eles sempre um tratamento diferente por cada tipo de pesca a executar.

Na pesca com engodo de farinha todo o pescador deve amassar o seu engodo com água do local onde vai pescar , pondo de parte o problema dos aditivos da água de redes públicas, sendo assim e supondo que a água é boa pomos as mãos na massa e começamos a amassar o engodo juntando a água pouco a pouco sem exageros.

Depois de amassado o engodo, começa-se a fazer umas bolas do tamanho de uma laranja para a engodagem inicial e umas mais pequenas para todo o decorrer da sessão de pesca. Alguns pescadores juntam ao engodo ,iscos . sementes e aromas a vontade de cada um , mas ai cada um é que sabe.

Na pesca com engodagem com iscos ou sementes também é preciso ter alguns cuidados , como por exemplo no asticot terá de se retirar toda a serradura que os conservam ou então depois desta operação cola-los de forma a fazer umas bolas para serem lançados como o engodo de farinha.

Esta operação de colagem de asticot é muito simples se tivermos os utensílios necessários para o mesmo.

 

 

 

1- Retirar toda a serradura

2-Colocar a cola para o efeito (vende-se em qualquer loja de pesca)

3-Mexer bem para que todos os asticots fiquem com cola

4-Pulverizar com água ( utilizando um pulverizador para o efeito ) sem que se exagere

5- Depois de algumas voltas ao asticot deixar repousar alguns minutos .

6-Começar então a fazer bolas , mas não esquecer utilizem farinha nas mãos para que os asticots não se colem

7- Lançar as bolas com a mão ou com a ajuda de uma fisga para o efeito

 

VAMOS SONDAR

 

  Esta é a maneira mais apropriada para sondar , assim consegue-se descobrir todos os obstáculos do fundo e assim maior eficácia.

E lembrem-se uma engodagem precisa é fundamental , mas sem sondar  bem nada feito.

BOAS PESCARIAS

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