
Encontrará aqui uma série de utilidades, truques e dicas .
2- QUE PEIXES PESCAR COM ESTAS CANAS
6- TRUQUES PARA AS SUAS MONTAGENS
- SEM CARRETO
Canas
telescópicas
Elas dividem-se numa grande escala de comprimentos (1.5m a 11 m). Um principiante escolherá em fibra de vidro pela sua resistência dentro de comprimentos pequenos enquanto que um pescador mais exigente prefere em carbono por ser mais rígido e mais leve.
O comprimento de fio a utilizar é igual ao comprimento da cana. Utilizar diâmetros
de fio entre 8 a 16/100.
Canas
“vitesse”
São nada mais que canas telescópicas curtas (menos de 3 metros) destinadas a
pesca de pequenos peixes. O
comprimento de fio a utilizar é igual ao comprimento da cana. Utilizar
diâmetros de fio entre 8 a 10/100
Canas
de encaixe:
Os elementos que as constituem encaixam uma nas outras, sendo o topo do elemento
encaixado no final do elemento anterior. Várias vantagens surgem: pesca a várias
distancias e a mais importante a de pescar com uma quantidade de fio mais
limitada que trará precisão e rapidez no momento de ferragem dos peixes. Muito
utilizada para pescadores em competição. O comprimento de fio a utilizar é
igual ao comprimento da fundura da zona onde se esta a pescar. Utilizar diâmetros de fio entre
6 a 16/100.
Cana de encaixe com elástico interno:
Acção do elástico durante a pesca:
-COM CARRETO
Cana inglesa
Elas permitem-nos lançar bóias a inglesa (wagglers) para longe da berma graças ao seu grande numero de passadores que deixarão o fio correr livremente pela cana (12 a 17/100) mesmo em tempo de chuva. A acção indicada na cana ajuda-nos na compra da do peso máximo de bóia.
Cana
bolonhesa
Estas longas canas de passadores (4-10 m) permitem-nos de controlar melhor a acção
da bóia longe da berma, sobretudo em rios e ribeiras. É uma técnica bastante
antiga recuperada pelos italianos. Utilizar fios (não de correr como na
inglesa) de 10 a 20/100.
Cana
de fundo/ feeder
É uma pesca de fundo sem bóia onde a ponteira da cana treme e indica o toque. Utilizar canas de fundo com uma acção inferior para pesca leve (em lagos por exemplo, utilizar pequenos pesos: 5 a 10g). Para pesca a mais distancia da margem utilize canas de acção maior ( com molas cheias de engodo ou isco). Quando utilizar uma mola ou um feeder tenha em atenção ao peso que mete pois em caso algum poderá ultrapassar a acção da cana. Os fios utilizados neste tipo de pesca variam de 16 a 30/100 e para os especialistas desta técnica fios entrançados.
2- QUE PEIXES PESCAR COM ESTAS CANAS
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ABLETTE:
Peixe de pequenas dimensões e muito activo ,bom
para pesca de berma com grande ritmo e com engodagem constante CHEVESNE:??? ROTENGLE:??? GARDON: Peixe da família dos ciprinídeos muito apreciado em pesca de competição em França nao existente em Portugal BREMA:??? TENCA: Peixe da família dos cíprinideos encontrando-se mais em zonas de aguas calmas e ao sul de Portugal BARBO: Peixe de rio com grande força e muito apreciado para a pesca de competição GOBIO: Peixe de pequenas dimensões que habitam junto ao fundo da agua CARPA: Peixe vulgarmente encontrado em barragens, peixe de fundo |
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ASTICOT:
Pequena larva mais conhecida por carneiro da varejeira GOZZERS: asticot em forma de crisálida , forma antes da mosca PINKIES: Larva igual à do asticot mas muito mais pequena VER DE VASE: Larva do mosquito do sangue utilizado para todo o tipo de peixe a pescar PÃO: normalmente de trigo por ter funções mais elásticas e mais consistente ISCOS SINTÉTICOS: Proibidos na pesca de competição mas muito bons para a peca de lazer quando o natural não dá resultado FIFISES: Pequena larva MILHO: isco natural utilizado para a pesca de ciprinideos ERVILHACA: isco natural utilizado para vários tipos de pesca e vários tipos de peixes MINHOCA: isco mais antigo e mais utilizado pelos pescadores sendo o rei dos iscos e muito eficaz em todo o tipo de pesca |
Ensinaremos a seguir o melhor método para montar o elástico em canas telescópicas ou de encaixe
CANA TELESCÓPICA
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PONTEIRA DA CANA |
CONE DE TRÁS |
CONECTOR |
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| INSTRUÇÕES:
corte a ponteira da cana consoante o tipo de elástico que vai utilizar,
depois disso cole o teflon da ponteira com uma boa cola mas que fique bem
apertado e sem folgas , depois de estar tudo bem fixo prepara-se o cone do
topo da cana ( parte de trás ) este cone terá de ficar ao mesmo nível do
elemento da cana (canas telescópicas).Nas canas de encaixe terá de ficar um
pouco mais para dentro de modo a que o elemento que se segue se possa
encaixar na perfeição sem que este bata no cone. A seguir insere-se o
elástico com a ajuda de um passa elásticos apropriado para o mesmo, na ponta
da cana , já com o elástico no sítio, ata-se o conector do elástico que vai
prender à baixada que se utilizar . No outro extremo ata-se ao cone de
maneira a que quando se puxar pelo conector do elástico ele volte a mesma
posição e sem fazer muita força se não o elástico não está a fazer a função
de embraiagem. DICA: utilize um lubrificante de elásticos para que o mesmo deslize melhor .Esse lubrificante coloca-se com o elástico todo esticado e sem o largar vão-se colocando umas gotas de lubrificante , depois de se ter feito esta operação volte a esticar o elástico ao máximo e com ele esticado coloque a ponteira da cana dentro de água e vá o largando. Assim teremos uma boa lubrificação do elástico. P.S.: Não se esqueça substitua os elásticos todas as épocas para não ter nenhum susto. |
CANA DE ENCAIXE
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0.40g à 3g
ç Ø 10
ç n° 6 à 10 ç20 cm
çn° 9 à 11 ç 30 cm ç n° 10 à 12ç Ø 7 à 8 ç 25 cm ç n° 18 à 20
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Mais tarde mostraremos montagens à inglesa e bolonhesa.
6- TRUQUES PARA AS SUAS MONTAGENS
Como vimos nas montagens a distancia dos chumbos varia de montagem para montagem. Tudo depende do engenho e da arte do pescador e do tipo de descida que se pretenda. Na tabela seguinte podemos ver em regra geral qual a distancia que se deve deixar entre o anzol e o 1º chumbo - vulgarmente designado por chumbo de toque.
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Seguidamente iremos ver qual o numero aconselhado para o chumbo de toque.
| TAMANHO DO CHUMBO DE TOQUE | ||||||||||
| PESO DA BOÌA | ||||||||||
| ISCO | 0,10g | 0,30g | 0,5g | 1g | 1,5g | 2g | 3g | 4g | 6g | 10g |
| LEVE (ver de vase, asticot) | Nº13 | Nº12 | Nº11 | Nº10 | Nº9 | Nº8 | Nº6 | Nº4 | Nº2 | Nº1 |
| MÉDIO (caster, chenevis, massa) | Nº12 | Nº11 | Nº10 | Nº9 | Nº8 | Nº6 | Nº5 | Nº4 | Nº2 | Nº1 |
| PESADO (milho, trigo, etc) | Nº10 | Nº9 | Nº8 | Nº7 | Nº6 | Nº5 | Nº4 | Nº3 | Nº2 | Nº1 |
os conselhos e dicas aqui divulgados são as formas que a nossa equipa pesca e treina ao longo de todo o ano ,qualquer uma destas dicas são para nós muito importantes e não estamos aqui a ensinar nada só estamos a divulgar , porque cada um na pesca é como cada qual , portanto não se deve criticar sem se saber o que cada um faz.
-Há diferentes tipos de engodagem sejam eles com a mão ou com o auxilio de uma fisga.
Toda a engodagem deve ser feita com precisão devendo haver um treino ou prática para o mesmo
Na pesca de competição existem vários tipos de engodo , em farinha , sementes ou iscos tendo eles sempre um tratamento diferente por cada tipo de pesca a executar.
Na pesca com engodo de farinha todo o pescador deve amassar o seu engodo com água do local onde vai pescar , pondo de parte o problema dos aditivos da água de redes públicas, sendo assim e supondo que a água é boa pomos as mãos na massa e começamos a amassar o engodo juntando a água pouco a pouco sem exageros.
Depois de amassado o engodo, começa-se a fazer umas bolas do tamanho de uma laranja para a engodagem inicial e umas mais pequenas para todo o decorrer da sessão de pesca. Alguns pescadores juntam ao engodo ,iscos . sementes e aromas a vontade de cada um , mas ai cada um é que sabe.
Na pesca com engodagem com iscos ou sementes também é preciso ter alguns cuidados , como por exemplo no asticot terá de se retirar toda a serradura que os conservam ou então depois desta operação cola-los de forma a fazer umas bolas para serem lançados como o engodo de farinha.
Esta operação de colagem de asticot é muito simples se tivermos os utensílios necessários para o mesmo.
1- Retirar toda a serradura
2-Colocar a cola para o efeito (vende-se em qualquer loja de pesca)
3-Mexer bem para que todos os asticots fiquem com cola
4-Pulverizar com água ( utilizando um pulverizador para o efeito ) sem que se exagere
5- Depois de algumas voltas ao asticot deixar repousar alguns minutos .
6-Começar então a fazer bolas , mas não esquecer utilizem farinha nas mãos para que os asticots não se colem
7- Lançar as bolas com a mão ou com a ajuda de uma fisga para o efeito
VAMOS SONDAR

Esta é a maneira mais apropriada para sondar , assim consegue-se descobrir todos os obstáculos do fundo e assim maior eficácia.
E lembrem-se uma engodagem precisa é fundamental , mas sem sondar bem nada feito.
BOAS PESCARIAS